Dimble Gimble

Gnomo Mage

Description:
Bio:

Um livro.

A curiosidade e o desejo de possui-lo que leva Dimble Gimble a aventura que o espera.

Há muitos anos atrás, talvez vindo de migrações, ou talvez vindo de portais mágicos, os Gnomos da Floresta vieram em um grande grupo para o continente. Grande parte instalou-se nas terras centrais, nos Vales, Grande Vale, pois preferiam climas mais temperados. Lá permaneceram em segredo por muito tempo, até se aproximarem dos elfos, anões e finalmente os humanos dos vales.

Eles eram um povo pacato e quieto, viviam das suas plantações e tinham uma cultura de subsistência. Passaram despercebido por anos devido a sua destreza natural, sua habilidade inerente da raça de não ser percebido em qualquer lugar que fossem. Ao fazer contato com as demais raças das terras centrais, desenvolveram uma saudável relação comercial, levando alguns membros a saírem do conforto buscando algo além daquela cultura.

Há alguns anos atrás, nasceu o jovem Dimble Gimble. O magrelo gnomo, bem-humorado, de olhos e cabelos pretos e pele branca, extremamente curioso que adorava ler e perguntar o porquê de como as coisas acontecem. Seus cabelos já mostravam que ele era diferente. Preto que variava muito do branco, loiro, ruivo, verde e marrom que eram comuns aos outros gnomos, era a cor de escolhidos para aptidões magicas.

Tentou iniciar-se no comércio, mas não tinha muita aptidão para tal. Vivendo em Darkwoods, uma grande floresta que era partilhada amigavelmente com halflings, investiu, junto com a sua família do clã Ningel, em plantações de abóbora gnoma, mas preferia aprender artifícios para as plantações crescerem mais rápido ou ficarem mais fortes do que propriamente plantar e colher. Nas suas pesquisas e peripécias pelas bibliotecas aprendeu sozinho uma habilidade inata dos gnomos: Ilusionismo, com isso floresceu uma paixão que iria perdurar por toda a sua vida: MAGIA.

Aos 20 anos (extremamente jovem para os gnomos), pela sua aptidão e ser o único capaz de realizar tais efeitos (extremamente básicos de início, como emitir uma luz e fazer uma ilusão), Dimble Gimble se tornou o mago da comunidade tendo acesso aos livros que a aldeia possuía. Com isso ele ia aumentando seu poder pelo estudo. Seu hobby era devorar todos os livros tendo relação ou não com magia, mas como era uma aldeia pequena logo essa fonte de pesquisa acabaria. A aldeia era pequena demais para as pretensões de Dimble Gimble.

Devido ao bom relacionamento, alguns favores prestados e o reconhecimento de que ele tinha potencial, o mago elfo Degolas o tomou como aprendiz, assim Dimble Gimble teve ensinamentos mais aprofundados sobre magia e acesso a bibliotecas élficas da cidade de Aremselle. Após vários anos de estudos e treinamentos, numa de suas várias pesquisas, geralmente em lugares proibidos por Degolas, Dimble Gimble encontrou a seguinte transcrição:

“O poder de um deus nada mais é do que a introdução do Grimorio de Ezequiel. O que poderia você fazer e se tornar se lesse uma página desse grimorio?”

Quando foi perguntar ao seu mestre o que aquilo significa, o mesmo olhou para ceu e falou:

“Você busca por magias extremamente poderosas e ao mesmo tempo folclóricas. Esse grimorio não passa de histórias contadas a sonhadores. ”

E olhando bem fundo nos olhos de Dimble Gimble completou:

“Acredito que pelo tempo que passamos juntos essa resposta não será suficiente para saciar sua curiosidade e seus anseios, sei que nada mais interessante posso te ensinar, portanto te desejo uma boa jornada. ”

Virou as costas e foi embora.

Esse momento foi a última vez (até então) que Dimble Gimble vislumbrou seu mestre e foi a primeira vez que ele decidiu que pesquisar somente em bibliotecas das terras centrais não seria suficiente para descobrir esse mistério.

Dimble Gimble

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